Esse post foi publicado no blog da Fabíola, o endereço do blog dela taí oa lado, no meu blogroll.
Resolvi copiar na íntegra, porque achei muito legal.
Espero que as pessoas entendam definitivamente que a cirurgia é uma recurso que irá nos ajudar a perder e manter peso, para aquelas pessoas que já lutaram muito para perder peso e correm risco de desenvolver doenças graves por causa da obesidade.
Trocamos os remédios para pressão, coleterol, diabetes e etc., por complexos vitamínicos, alimentação equilibrada e FELICIDADE.
Leiam com carinho:
Dia 03 de março, fiz 7 meses de operada. Tenho a mania de ficar relendo os comentários aos meus posts. Amo reler o que vcs escrevem! Encontrei uma pergunta que uma pessoa me fez e eu havia dito a ela que a minha resposta também seria tema de um post. Como muitas pessoas fazem a mesma pergunta, aqui vai a pergunta que ela me fez e a resposta que eu dei.
Hoje vc não acha que a dieta é pior do que era uma dieta antes da redução? Cada vez que leio e vejo falar sobre queda de cabelo, suplementos, dietas e dietas, penso se não é melhor fazer a dieta sem operar? Vc faria de novo? Sinceramente?
Resposta:
Hoje eu tomo suplementos. Antes, eu tomava remédio para pressão e depressão.
Hoje, meus cabelos estão caindo. Isso é temporário. Todo emagrecimento rápido faz cair o cabelo. Não é exclusivamente por causa da operação.
Antes, eu tinha que carregar um corpo Enoooorme, meus joelhos doiam, minha coluna doía, minha auto-estima estava no fundo do poço, não podia ter uma vida social tranquila pq sempre tinha um engraçadinho querendo fazer chacota da minha obesidade.
Dietas??? Fiz um monte… todos com efeito sanfona porque obesidade é assim. Igual a alcoolismo.
E a cura? Ainda não existe. Temos que ter aliados nesse processo. A cirurgia, no meu caso que além de todos os problemas já citados ainda havia constatado em meus exames esteatose hepática (gordura no fígado) e intolerãncia a insulina (nunca poderei ficar diabética), era a forma mais rápida de obter um resultado para a minha saúde física e mental.
Portanto, eu faria tudo novamente.
Ontem eu vegetava. Era uma lagarta.
Hoje, eu vivo. Sou Borboleta.




